18 aplicativos gratuitos e essenciais para qualquer empreendedor

Poder acessar tarefas, documentos, contatos e contas sem precisar estar no escritório é uma mão na roda para qualquer empreendedor. A forma mais fácil de ver essas informações é por meio de aplicativos do smartphone – afinal, ele já é usado várias vezes ao dia.Por isso, selecionamos 18 aplicativos gratuitos que são essenciais para qualquer empreendedor: desde aqueles que querem cuidar das finanças até os que buscam uma motivação a mais para enfrentar os obstáculos do dia a dia.

1. Agendor

O aplicativo paulista ajuda os empreendedores a organizarem suas vendas. Algumas funções do app são centralizar o cadastro de clientes, controlar entradas e saídas de produtos e analisar o desempenho da equipe comercial da empresa.
*Disponível para Android e iOS.

2. Asana

O objetivo do aplicativo é ajudar times a organizarem seus projetos, do começo ao fim. Nele, é possível adicionar, editar e comentar tarefas, abrindo conversas com a equipe. O aplicativo é grátis para grupos com até 15 membros. Há uma versão premium para empresas maiores, com outros recursos.
*Disponível para Android e iOS.

3. Bills Reminder

Você é um empreendedor que costuma esquecer as contas? Esse é um aplicativo que manda lembretes no seu celular quando a hora de pagar se aproxima. Com base nos prazos, a ferramenta organiza as contas em Próximas, Atrasadas, Quitadas ou Não-quitadas.
*Disponível para Android.

4. CamCard

Com o aplicativo, aquela pilha de cartões de visitas acumuladas pode ser salva no celular. É possível adicionar, gerenciar, salvar e compartilhar os cartões, mantendo seu networking na palma de mão de forma organizada.
*Disponível para Android, iOS e Windows Phone.

5. Coach.me

A ferramenta serve para aqueles empreendedores que precisaram de um empurrãozinho na hora de cumprir metas diárias. O usuário pode definir diversas tarefas para o dia (como estudar, zerar a caixa de e-mails ou perder peso) e receber alertas. Também há um fórum para cada compromisso, com dicas de diversos usuários.
*Disponível para Android e iOS.

6. Codeanywhere

É um editor leve, simplificado e adaptado para o mobile, destinado aos desenvolvedores que precisam acessar seus projetos de programação fora do próprio computador. É possível mover arquivos de sites como Dropbox e Google Drive para o Codeanywhere.
*Disponível para Android e iOS.

7. Evernote

O Evernote é um espaço de trabalho moderno que permite que você seja mais produtivo. Se você faz parte de uma equipe de profissionais que deseja trabalhar em conjunto de forma mais eficiente, o app vai ajudar a atingir seus objetivos.A principal função é ser um arquivo de diversas informações, sejam elas feitas em texto, áudio ou foto.
*Disponível para Android e iOS.

8. Expensify

O app organiza palestras online sobre como usar a ferramenta para gerir pequenos negócios. Além disso, permite que o usuário organize suas finanças, seja importando gastos registrados em sua conta bancária ou então cadastrando-os manualmente. A partir daí, é possível criar relatórios financeiros.
*Disponível para Android, Blackberry, iOS e Windows Phone.

9. LinkedIn

Networking é fundamental para todo empreendedor. Por isso, uma boa maneira de acessar sua rede profissional de forma remota é usando o aplicativo da rede social LinkedIn. Nele, também é possível postar novidades e conversar em grupos de interesses empresariais similares ao seu.
*Disponível para Android, Blackberry, iOS e Windows Phone.

10. Mint

O aplicativo controla quatro categorias de custo para as pequenas empresas: as despesas que só ocorrem uma vez , como o investimento inicial; as despesas fixas, como o aluguel; as despesas variáveis, como comissões para funcionários; e as despesas opcionais, como ter café para os clientes.
*Disponível para Android, iOS e Windows Phone.

11. Qipu

É resultado de uma parceria entre o Sebrae e o Buscapé. O app propõe não apenas acabar com a inadimplência, mas também permitir ao micro empreendedor individual (MEI) tenham condições de gerir seu negócio. Assim, a ferramenta manda alertas sobre contribuições fiscais, arrecadação do microempreendedor ou os benefícios a que ele tem direito.
*Disponível para Android, iOS e Windows Phone, além da versão web.

12. Quip

O Quip é um editor de textos simples e que também funciona de forma offline. O app combina textos e mensagens em uma única tela de atualizações, facilitando a colaboração. Pode ser útil para quem deseja compartilhar documentos com a equipe e poder editá-los sem precisar de um sinal de internet.
*Disponível para Android e iOS.

13. TED

Aplicativo que reúne uma série de palestras, servindo como fonte de inspiração para empreendedores. Ao todo, são mais de 1.700 discursos de diversas áreas do conhecimento.
*Disponível para Android, iOS e Windows Phone.

14. Todoist

O aplicativo Todoist é um gerenciador de listas de tarefas, que funciona inclusive de forma offline. A ferramenta serve tanto para o empreendedor que quer controlar seus projetos pessoais quanto para o que quer acompanhar metas da sua empresa. Há tanto uma versão gratuita quanto uma paga, chamada Todoist Premium.
*Disponível para Android e iOS.

15. Trello

Aplicativo que permite organizar várias listas. O diferencial é que tudo isso é feito de uma forma organizada e estilosa: cada coluna é montada na forma de um cartão, que pode ser movido (de uma lista chamada “em progresso” para “concluído”, por exemplo). Cada conjunto de listas pode ser salvo para o próprio usuário ou compartilhado com um grupo (como os funcionários da sua empresa, por exemplo).
*Disponível para Android, iOS e Windows Phone.

16. TripIt

Indicado para os empreendedores que têm de viajar muito. A ferramenta permite organizar os planos de viagem em um itinerário a partir de e-mails, como os de reserva de hotel e de aluguel de carro.
*Disponível para Android, iOS e Windows Phone.

17. Wunderlist

Outro aplicativo de produtividade. Por meio dele, o usuário cria listas de tarefas e recebe lembretes sobre esses compromissos. Também é possível compartilhar as listas, mandá-las por e-mail e fazer comentários, por exemplo.
*Disponível para Android, iOS e Windows Phone. 

18. WinStreak

Feito para os empreendedores que buscam motivação. Por meio dele, o empreendedor escreve no final do dia quais foram suas vitórias e os planos para amanhã. Assim, ele consegue ver sua rotina com positividade.
*Disponível para Android e iOS.

Artigo originalmente publicado em Exame.com

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Participe do HUB DAY na Fatec Cotia

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HUB DAY!

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PALESTRANTE CONFIRMADO:

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CO-FUNDADOR E CEO DA CULTURA EMPREENDEDORA
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Além deles, iremos ter uma dinâmica para os participantes com trocas de ideias e networking no local! Tragam seus cartões, folders e muito mais!
As primeiras 20 pessoas que se inscreverem concorrem a um premio surpresa!

VENHAM TODOS!

Conheçam nosso projeto:

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Quatro verdades sobre o carro do futuro

Executivos lançam novo olhar sobre a interatividade e segurança que a tecnologia incorporada aos automóveis começa a proporcionar

As plataformas digitais de comunicação estão redimensionando a experiência de dirigir e, consequentemente, modificando o relacionamento dos consumidores com os carros.

O Grupo Padrão reuniu grandes executivos para o 112º Fórum Consumidor Moderno, um encontro especial para discutir tendências, melhores práticas, novos conceitos e as estratégias de relacionamento com clientes. O tema deste ano foi O Carro do Futuro: Um Novo Olhar Sobre Segurança, Interatividade e Tecnologia Embarcada. “É preciso uma nova proposta de valor para os automóveis”, afirma Jacques Meir, diretor de Conhecimento e Plataformas de Conteúdo do Grupo Padrão. “Diante de um consumidor em constante mutação, o produto passa a ser serviço. O carro será mais um elemento do universo digital.”

Descubra a seguir cinco verdades que permeiam a chegada dos carros conectados no Brasil – e entenda quais sãos as barreiras que nos impedem de avançar ainda mais rápido nesta direção.

O carro é um meio de transporte de pessoas e dados

Por ser um meio de transporte, no século XX o automóvel foi consagrado como emblema da liberdade e acesso à mobilidade. Mas agora ele se transformou em meio para transferência de dados e informações, permitindo o pagamento de pedágios, estacionamento, compra de combustível e até produtos em lojas de conveniência através de plataformas como ConectCar e Sem Parar.  “Hoje o carro é um computador”, garante Elder Evangelista, Volkswagen.

A segurança vem sempre à frente da conectividade

“Estamos numa época de transição e transformação cultural em que deve haver a troca de informações com o usuário. As mensagens não podem ser mais tão massificadas”, alerta Fabíola Fernandes da Silva, superintendente  técnica da Sulamérica. De acordo com Fabíola, quando o consumidor compreende quais são os benefícios de usar um rastreador, por exemplo, ele passa a adotar a solução. “Segurança ainda é a grande preocupação que impõe barreiras sobre a conexão do carro com a internet”, admite Evangelista. “Há muita sujeita na rede.”

Assistir TV ao volante é um perigo real

“O carro virou uma extensão da nossa cada, e passamos boa parte do dia em trânsito dentro de um veículo”, afirma Herica da Paz, supervisora de atendimento da Hyundai.  E se em casa a geração moderna e móvel vem assistindo TV com cada vez mais dispositivos em volta, dentro do carro os ‘upgrades’ devem levar em conta, antes de mais nada, a segurança. Segundo um estudo feito pelo departamento de Trânsito dos Estados Unidos em 2014, o uso de dispositivos móveis ao volante aumenta em até 400% o risco de acidentes. Não é por acaso que, atualmente, a lei permite que os carros tenham tocadores de mídia, desde que as telas não sejam visíveis aos passageiros da frente, motorista e carona.

Infraestrutura deficiente prejudica evolução do automóvel

Fabiano Souto, analista de pós-vendas da Fiat, explica que oferecer o básico é o “desafio funcional” da indústria. “E isso atende ao mínimo de expectativa do consumidor, para não haver frustração logo no primeiro contato”, conta o executivo. Para Souto, a grande dificuldade é “disponibilizar tanta tecnologia a um custo viável para o consumidor.”

Enquanto Jacques Meir atribui a alta expectativa do consumidor à experiência anterior que ele experimenta em outras plataformas digitais, Alexandre Oka, gerente de serviços da Honda, é pragmático: “As soluções tecnológicas não vão pra frente no Brasil devido à carência de infraestrutura e a burocracia vigente no país.”

Carlos Pereira, gestor de marketing e vendas da Bosch, concorda, mas sugere que as indústrias nacionais comecem a explorar outros meios de conectividade. “Um dispositivo pode se conectar com outro que tenha conectividade, utilizando um terceiro como hub de conexão. Isso é algo viável e factível”, esclarece Pereira. Para o executivo, os dispositivos devem ser vistos “cada vez mais como parte de uma rede, e não pontos individuais de conectividade.”

Fonte: Consumidor Moderno

10 fatos sobre redes sociais para prestar atenção

Em um cenário conturbado, com transformações e atualizações diárias, fica difícil acompanhar tudo o que se passa, mas há sinais bastante perceptíveis que praticamente forçam as marcas a ficarem atentas

Todos os dias tem novidade no universo das mídias sociais. E ficar antenado a tudo o que acontece anda cada vez mais difícil. Há, entretanto, alguns movimentos de mercado, de plataformas e até mesmo de comportamento do público que pulam na frente dos gestores de marketing e comunicação das empresas. Para pegar carona em tudo isso, é preciso prestar muita atenção e agir rapidamente.

1. Cada vez mais as plataformas sociais mandam no tráfego
Entre os canais que se tornaram referência em termos de audiência e apropriação de interatividade estão o Buzzfeed e o Huffington Post. Seus relatórios são claros e mostram as redes sociais como as principais geradoras de tráfego e audiência. As plataformas sociais, inclusive, vêm brigando para se tornarem a primeira fonte de notícias para os usuários de internet. O relatório recente Reuters Digital News Report mostra que 34% dos entrevistados consideram o Whatsapp como uma importante fonte social de notícia no Brasil. O Instant Articles do Facebook está aí para mostrar essa realidade.


2. A hegemonia é perigosa
Já há alguns anos, acompanhamos uma soberania do Facebook em detrimento das demais plataformas sociais em termos de alcance, volume de usuários e audiência. Isso faz com que o jogo social aconteça de acordo com as regras estabelecidas – e muitas vezes não muito claras – de uma única plataforma. É muito poder para uma única empresa. O Google é o representante maior nesse quesito, quando falamos de buscas. Mesmo iniciativas recentes que tiveram destaque no cenário internacional já praticamente desapareceram do contexto – você se lembra do Ello, por exemplo?

3. A publicidade continua central no processo
Por mais que muitos esforços sejam voltados para permitir e ampliar conexões entre pessoas, privilegiar relacionamentos, no fundo o que as plataformas sociais querem é obter o máximo de informações possíveis sobre o seu perfil para comercializá-las (vender) para as marcas (que compram espaço e publicidade para atingir seus públicos de acordo com os perfis que encontram nessas plataformas). Soma-se a isso a necessidade que as redes sociais têm de se mostrarem rentáveis para os investidores que ali colocaram alguns milhões de dólares.

4. Aplicativos de mensagens instantâneas são as novas redes sociais
Cansados de encontrar pais e familiares ou até mesmo fugindo das discussões acaloradas demais em plataformas como Twitter e Facebook, as pessoas estão migrando para sistemas mais fechados e controlados. Especialmente no Brasil, onde a inclusão digital está acontecendo via mobile, os aplicativos como Whatsapp (que em janeiro já havia ultrapassado a marca de 700 milhões de usuários no mundo), Viber, Telegram e Snapchat ganharam força. O próprio Facebook, depois de comprar o Whatsapp e ser recusado pelo Snapchat, quebrou toda a experiência do usuário no celular em apps. Hoje, oferece um para linha do tempo, outro para gestão de páginas, outro para comunicador e assim por diante. O agravante para as marcas é que, até o momento, boa parte deles não pode ser monitorado.

5. O social commerce já é realidade
A combinação de redução de alcance dos conteúdos, necessidade de entregar retorno aos acionistas e marcas sedentas por criar relacionamento, ampliar e segmentar seus públicos vai provocar uma evolução significativa do social commerce. Os passos entre o ambiente de redes sociais e a aquisição de um produto, conteúdo ou serviço serão ainda mais curtos. Tanto que Instagram e até mesmo o Pinterest já estão disponibilizando botões de “comprar” em suas plataformas.

6. O conteúdo é cada vez mais visual
Lembra daquele bordão que ficou famoso em Cidade de Deus, quando o traficante Zé Pequeno pede para que seus comparsas procurem seu nome nos jornais e a resposta de um deles é: “só sei ler as figuras”? Então, no ambiente digital, as pessoas leem menos e as plataformas tendem a oferecer cada vez mais experiências visuais. De acordo com Leonardo Tristão, diretor-geral do Facebook no Brasil, “no último ano, o uso de vídeo cresceu 75%, o de foto 9%, enquanto o texto caiu 16%”.

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7. Uma parcela importante do monitoramento de marca fica de fora
Por mais que muitos esforços estejam sendo empregados, as ferramentas e os softwares de monitoramento já bastante conhecidos do mercado ainda não atingiram inteligência suficiente para capturar informações sobre a sua marca quando não há citações explícitas ou quando o conteúdo apresenta somente imagem e vídeo. Isso significa que se o seu logotipo ou uma imagem extremamente negativa associada à sua marca circular, você só saberá que esses dados estão circulando se uma boa alma encontrar e te encaminhar.

8. Boa parte do trabalho ainda é manual
Por mais que haja grandes avanços em relação à semântica aplicada às ferramentas e plataformas de monitoramento de redes sociais, a complexidade da linguagem e a rapidez com que as pessoas alteram sentidos, signos e significados não permite que esses softwares acompanhem essas alterações na mesma velocidade. Esse processo impede que a avaliação das marcas nesse ambiente social seja totalmente automatizado.

9. O papel do seu call center vai mudar
O avanço da nova geração de consumidores, nativos digitais e habituados a resolver tudo online, não terá a ligação telefônica como primeira opção. Isso pode ser uma boa notícia, afinal, sabemos o custo de uma operação de call/contact center. Por outro lado, o perfil de profissionais dedicados ao atendimento ao cliente vai mudar, os softwares serão outros e você terá de repensar toda a maneira de como oferece esse canal ao seu público.

10. Planejamento e gerenciamento em tempo real
Crescimento do acesso, maior informação e interatividade amplificam o canal de retorno e tornam o público muito mais opinativo e interativo. Isso derruba qualquer planejamento de longo prazo e aumenta os riscos para empresas e marcas, fazendo com que o retorno e o gerenciamento de crise aconteçam praticamente de forma instantânea, forçando as empresas a investirem em marketing e comunicação em tempo real.

Provavelmente você tem que lidar com isso diariamente, você concorda com os argumentos apresentados? Deixe suas dicas pra gente nos comentários!

Texto por: Eduardo Vasques, Head de mídias sociais da TV1.Com

Apple pretende lançar operadora

Depois dos planos de produzir carros elétricos, a nova aposta da Apple – aparentemente – é ter sua própria operadora de telefonia móvel
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A Apple vem mostrando que, cada vez mais está entrando em mercados nos quais os concorrentes nunca entraram. Depois de possíveis ligações com a empresa americana de carros Tesla Motors de Elon Musk, para o desenvolvimento de um veiculo da marca autônomo, agora surge a noticia de uma patente do qual a empresa comprou com direitos a telefonia móvel nos Estados Unidos. Além disso, a Apple também teria conversado com operadoras na Europa, para possível compra de alguma rede. E isto não é surpresa, pois os mercados americano e europeu são os que mais compraram iPhones nos últimos anos. Caso isso realmente aconteça, a Apple poderá ser a responsável por oferecer os recursos que as pessoas usam com outras operadoras em seus iPhones, como chamadas de voz, SMS e dados móveis.

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O Google lançou sua operadora móvel nos Estados Unidos em abril deste ano. O serviço, chamado de Project Fi, está disponível apenas para o Nexus 6 e exige um cartão SIM especial da oferta, que não funcionará em outros celulares. O objetivo do projeto é “tirar a tecnologia do caminho para que você possa se comunicar por meio de qualquer tipo de rede ou dispositivo que você estiver usando”. O serviço seleciona automaticamente a melhor rede para o usuário (que pode ser um hotspot WiFi ou uma rede LTE 4G) com base em sua localização. Atualmente, a empresa oferece um plano “modular” de serviços para seus usuários: um pacote inicial de US$ 20, que dá direito a ligações e mensagens ilimitadas, mais US$ 10 por cada Gigabyte de dados utilizados. Caso o usuário adquira um plano para 3GB de dados e use apenas 1,4GB, ele receberá de volta o valor correspondente aos dados não utilizados (no caso, US$ 16).

Você conhece mais sobre os planos dessas empresas? Deixe nos comentários!

Conhecendo o Big Data

 

Big Data é o conjunto de soluções tecnológicas capaz de lidar com dados digitais em volume, variedade e velocidade inéditos até hoje. Na prática, a tecnologia permite analisar qualquer tipo de informação digital em tempo real, sendo fundamental para a tomada de decisões. Soluções de Big Data atuais já permitem a analise de dados não estruturados, que até então só podiam ser compreendidos por pessoas, como tweets, postes no Facebook, vídeos, geolocalização e comportamento de clientes que dependem de contexto para ter sentido.

 A previsão é que este mercado cresça cerca de 40% até o ano de 2015, acompanhando o crescimento da quantidade de dados digitais armazenados (hoje a quantidade é de 1,8 zettabyte e em 2015 chegará a 7,9 zettabyte).

O Conceito de Big Data
Primeiro, é importante definir o que não é Big Data. O termo não se refere a uma tecnologia, ferramenta, software, aplicativo ou qualquer coisa dessa natureza. Big Data é algo concreto, como mesa, cadeira ou computador. A definição formal fala de um conjunto de dados que possui as seguintes características: volume, variedade, velocidade e veracidade (os quatro V’s do Big Data).

Por volume entende-se a quantidade de dados, geralmente conjuntos que possuam alguns terabytes. Variedade tem a ver com os diferentes formatos e estruturas deste conjunto de informações (um grupo em que todos os dados estão no mesmo formato simples não se caracteriza variedade). Velocidade representa o quão rápido a informação muda ou os novos pontos de informação aparecem, o que impacta diretamente o tempo disponível para processamento. Por fim, a Veracidade está relacionada com a qualidade dos dados, ou seja, se estão corretos ou não.

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Utilidade do Big Data

Desafios para a empresa

Numa mesma empresa, vários departamentos podem estar envolvidos na implementação e no uso do Big Data: TI, vendas, marketing, etc. O serviço de marketing é o que mais usa o Big Data. Estes serviços são considerados como os precursores no desenvolvimento de novas estratégias. Através deles, o Big Data responde a várias questões da empresa:
Melhorar a experiência do cliente,
Compreender melhor o comportamento do cliente,
Antecipar as necessidades e adaptar as campanhas de marketing.

A implementação de novos processos relacionados ao Big Data também pode permitir a melhoria da cadeia logística e dos mecanismos de decisão, além de ser uma vantagem competitiva significativa.

Vantagens para o marketing da empresa:

Melhorar a eficácia das campanhas publicitárias, sejam elas online ou não,
Refinar a segmentação de clientes atuais e potenciais,
Analisar o comportamento dos clientes a 360°: compras em loja e online, hábitos de navegação na internet, preferências indicadas nas redes sociais, etc.

As fontes analisadas podem variar: o histórico das transações, as interações multicanais, as redes sociais e os dados transmitidos pelos cartões de fidelidade, por exemplo.

Rumo a novas estratégias de marketing

O Big Data permite a adaptação ou a implementação de estratégias de marketing da empresa. Elas oferecem uma nova resposta para os problemas da empresa ou de seus projetos.
Dois ângulos maiores podem ser isolados:
1) A Análise comportamental em tempo real, para favorecer a promoção multicanal e influenciar o comportamento de consumidor: ofertas promocionais, segmentação geolocalizada, etc.
2) A Análise segmentar para melhorar o alvo e identificar os clientes potenciais.

Veja alguns exemplos de uso do Big Data:

A análise preditiva, ou seja, a adaptação de uma mensagem de marketing para uma provável ação do consumidor.
Ex: um anúncio para um hotel em Paris, quando o usuário estiver procurando uma voo para Paris,

O marketing de automação, ou seja, o marketing automatizado.
Ex: o envio de um folder (arquivo) de acordo com a geolocalização ou a data de aniversário do cliente,

O Native Advertising,

O Retargeting publicitário,

Personalização dos resultados de pesquisa no Google, por exemplo.

Como usar o Big Data em sua empresa

Coletar os dados

Os dados podem vir de diferentes canais que não correspondem, necessariamente, às mesmas profissões e aos mesmos serviços, em cada empresa. Os canais podem ser digitais ou não, ou ter a sua própria aplicação analítica. Trata-se de centralizar esses dados em um mesmo conjunto.

Estabelecer um panorama dos canais dos dados existentes,
Implementar novos suportes para coletar feedbacks adicionais dos clientes: questionário online ou na loja, aplicação, site, redes sociais, cartão de fidelidade, etc). Procurar uma solução terceirizada, ou desenvolver uma solução interna para gerenciar o fluxo de dados.

Também podemos distinguir os dados internos, que a empresa produz e armazena, dos dados externos aos quais ela pode ter acesso.

Analisar os dados

O grande fluxo de dados e de informações pode constituir um risco para a empresa se “afogarmos” os objetivos no volume.
Para evitar este risco, o cliente deve ser colocado no centro da análise: Como os dados podem ajudar a melhorar a sua experiência de compra? De que informações precisamos para adaptar o produto ou serviço às suas expectativas ou ao seu comportamento?

O projeto Big Data de uma empresa pode ser desenvolvido em torno de vários eixos:

Focar no cliente e no resultado esperado,
Usar os dados para reforçar a sua competitividade,
Misturar a análise estatística e a análise preditiva para refinar os resultados.

Algumas soluções e ferramentas do Big Data

Accenture
Access
Appex
Algar
Datastax
Adobe
TiInside
SAS
Zahpee

O fim da sala de aula

Nos dias de hoje, as escolas prometem educação inovadora com aulas em laboratórios novos e materiais que interagem com os alunos. Mas a verdade é que ainda vivemos no sistema criado no século 19, onde os alunos são sufocados por inúmeras matérias das quais ele passam o ano letivo se perguntando: “Para que vou aprender isso?”. Isso está começando a mudar agora.

Com o avanço de plataformas de ensino adaptativo, as metodologias de ensinam estão mudando. Essas plataformas avaliam as maneiras das quais os estudantes fazem as provas e indica aos tutores quais dificuldades de cada aluno e como ajuda-lo a sintetizar o conteúdo. Empresas como a americana Knewton, usam o big data para sua plataforma adaptativa e estão mudando o conceito de educação. Este estilo personalizável de educação permite inspirar os alunos na busca de conhecimento e assim encaminha-lo em áreas nas quais eles acreditam que devam seguir suas carreiras, sem imposições de mestres ou pais. No Brasil, temos a empresa Geekie Games, ela é uma plataforma brasileira de ensino adaptativo, que oferece ensino personalizado por meio de games para ajudar estudantes a se prepararem para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Depois que cada estudante realiza os simulados on-line, os algoritmos vão identificar suas necessidades e dificuldades, a melhor maneira de ensiná-lo e apresentar essas informações para que o professor também possa adaptar suas aulas. A plataforma já conta com a adesão das secretarias de educação do Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Pará e Pernambuco. Outras iniciativas são como a plataforma Khan Academy, que possui mais de 1 milhão de vídeo aulas e que já foram realizados 1,6 bilhão de exercícios online, e que diz na pagina inicial: “Sem anúncios, sem assinaturas. Não visamos ao lucro, porque acreditamos em uma educação de alta qualidade e gratuita para qualquer pessoa, em qualquer lugar.”

Mas com tudo isso disponível e gratuito, a maioria das escolas em todos os lugares do mundo ainda mantém o sistema do século 19. As escolas que quebram estes paradigmas e respeitam a individualidade de cada aluno, podem mudar a maneira das quais se formam os futuros profissionais e como eles enfrentarão um mercado dinâmico e competitivo. As escolas que usarem o sistema antigo, como diria a musica do Pink Floyd estarão formando: “Another Brick In The Wall” ou “Outro tijolo na parede”.