Entenda a Política Nacional de Resíduos Sólidos

https://i2.wp.com/cdn2.hubspot.net/hub/212749/file-36103657-jpg/images/pnrs_-_pol%C3%ADtica_nacional_de_res%C3%ADduos_s%C3%B3lidos.jpg

O consumo gera lixo. Nos últimos dez anos, a população do Brasil aumentou 9,65%, enquanto que, no mesmo período, o volume de lixo cresceu mais do que o dobro disso, 21%. Esta enorme geração de lixo, entretanto, não é acompanhada de um descarte adequado. De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), só em 2012, dos 64 milhões de toneladas de resíduos produzidos pela população, 24 milhões (37,5%) foram enviados para destinos inadequados.

O descarte inadequado de lixo é prejudicial à saúde pública e danoso ao meio ambiente.

A fim de enfrentar as consequências sociais, econômicas e ambientais do manejo de resíduos sólidos sem prévio e adequado planejamento técnico, a Lei nº 12.305/10 instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), regulamentada pela Decreto 7.404/10. Esta política propõe a prática de hábitos de consumo sustentável e contém instrumentos variados para propiciar o incentivo à reciclagem e à reutilização dos resíduos sólidos (reciclagem e reaproveitamento), bem como a destinação ambientalmente adequada dos dejetos.

Um dos instrumentos mais importantes da Política é o conceito de Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. O lixo (resíduos sólidos) que produzimos é uma questão ambiental e, como tal, não pode ser compartimentada a só uma entidade ou pessoa. O ambiente é direito de todos, bem de uso comum do povo, e também responsabilidade comum de todos. Assim, fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, o Estado, o cidadão e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos são todos responsáveis pela minimização do volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como pela redução dos impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos.

Ao lado da responsabilidade compartilhada há o Acordo Setorial, um contrato firmado entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, tendo em vista a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto; e a Logística Reversa, um conjunto de ações destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento ou outra destinação final adequada.

A lei ainda cria metas importantes para a eliminação dos lixões (até 2014); determina a elaboração de um Plano Nacional de Resíduos Sólidos com ampla participação social, contendo metas e estratégias nacionais sobre o tema; prevê a criação de um Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR), com o objetivo armazenar, tratar e fornecer informações que apoiem as funções ou processos de gestão do resíduos; prevê a criação de planos de gestão integrada de resíduos sólidos e os planos de gerenciamento de resíduos sólidos nos níveis estadual, municipal e regional; além de impor que empresas elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

 

Anúncios

10 dicas para enfrentar um ano difícil

O ano de 2015 está mostrando que a economia está enfrentando muitos desafios. Aqui estão 10 recomendações para os empreendedores consigam manter a saúde de seus negócios:

  1. Poupe: Encontre alguma maneira de diminuir os gastos. Pode ser aquela lâmpada do escritório que fica acesa a noite inteira, aquele vazamento de agua que ninguém consertou, ou mesmo aquele serviço de entrega mais caro que faz serviços na região, por que não rever estes gastos?
  2. Planejamento: Adiante no máximo seu planejamento financeiro. Difícil? Existem inúmeras maneiras de aprender isso, por livros, pela internet e mais recentemente os aplicativos como ZeroPaper e GuiaBolso.
  3. Confira: Todo fim de mês confira se os números do planejamento estão batendo com os resultados, se isso não ocorrer, revise os planos e faça as mudanças necessárias.
  4. Siga em frente e enfrente!: Não tenha medo de investir no que você acredita por causa da economia. Invista em marketing, promoções e publicidade. Ou vai ficar esperando a crise passar para tomar iniciativas?
  5. Procure oportunidades: “Onde há crise, há oportunidade”. Ou para ficar mais claro “Enquanto as pessoas choram, eu vendo lenços de papel”. Busque novos negócios onde você nunca havia pensado.
  6. Não economize sem sentido: Uma manutenção em um equipamento custa menos que consertá-lo ou comprar um novo, e isso sem contar que um equipamento quebrado atrasa a entrega do produto para o cliente.
  7. Negocie com seu banco: Se você possui algum débito ou empréstimo com o banco, negocie com o gerente. Em alguns casos, vale a pena fazer portabilidade com outra instituição.
  8. Procure novos recursos: Pesquise novos fornecedores para suas matérias-primas e insumos, e renegocie com os fornecedores atuais.
  9. Mantenha o fluxo: Negocie prazos e faça as datas de saída e entradas de recursos se coincidam. Isso diminui as chances de que você tenha que recorrer a outras fontes de capital.
  10. Converse com seu time: Envolva toda sua equipe e conte com a ajuda deles para diminuir os custos. Eles podem indicar onde estão os desperdícios e contribuírem com ações de impacto. Se for preciso, demita e seja transparente.

Você conhece mais algumas dicas? Compartilhe conosco nos comentários!

Tendências para Seguir

Você conhece as tendências do futuro? Quando um mesmo tipo de clientes tem as mesmas preferências ou hábitos existe uma tendência, e saber aproveita-la garante um futuro promissor aos seus negócios. As tendências abaixo foram listadas na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios de Julho de 2015, confira nosso resumo!

Vamos a elas:

Coletividade

Conectividade

Consumo Infantil

Debate político

Terceira Idade

Mobilidade nas cidades

Busca Identidade de Gênero

Consumo Sustentável

Vamos entendê-las:

Coletividade

As pessoas estão mais conectadas do que nunca, e com isso vem coletividade. Além disso existe a necessidades das pessoas em criar grupos seja para trabalhar em algo (projetos, causas sociais, freelancers) tornam o coletivo algo comum na sociedade, o que é novo são as maneiras como elas estão formando estes grupos. Os melhores exemplos são os espaços coworking, que estão mudando a maneira de como elas se relacionam no trabalho e espaço, leia mais aqui.

Conectividade

Com o crescente numero de smartphones ligados às redes 3G e 4G, a mobilidade tornou as pessoas conectadas em tempo integral, e isso dificilmente será regredido. Por dia o brasileiro gasta cerca de duas horas e meia em frente à tela do celular, segundo a pesquisa Ibope/Conecta/WIN. E isso pode fazer a seguinte questão ao seu negocio: Meu site se adapta a tela do celular? Estou nas redes sociais, onde meu publico gasta horas? Tenho presença digital? Estas questões devem ser respondidas, pois quem não é visto não é lembrado.

Consumo Infantil

Nos últimos anos as famílias vêm diminuindo nas quantidades de filhos e isso torna o filho único em um membro muito importante da família que precisa ter atenção dos pais e ter suas necessidades atendidas. Festas e eventos, educação particular, experiências divertidas e moda e beleza são bons exemplos de setores que atendem as necessidades destes pequenos.

 Debate político

Visto por muitos como algo que era restrito para os plenários e câmaras, o debate político tornou-se popular graças aos últimos protestos e a mobilização nas redes sociais. Questões complexas como maioridade penal, legalização da maconha ou aborto e questões simples como instalações publicas e gastos com verbas se tornaram comuns para quem busca estes conteúdos na internet. Alem disso existem sites como Change.org e Avaaz que lideram movimentos para mudanças de causas políticas e sociais, por meio de assinaturas e petições.

Terceira Idade

Assim como países desenvolvidos o povo brasileiro esta envelhecendo nos últimos anos, e existe uma gama de serviços novos para atender estes senhores e senhoras. Mesmo que o seu negocio não seja focado para este publico, a acessibilidade para os locais onde estas pessoas frequentam é importante assim como para pessoas com deficiências físicas. Outro ponto importante é o consumo por experiência, como em viagens, restaurantes, compras, entre outros.

Mobilidade nas cidades

Com as construções das grandes cidades e metrópoles, o cidadão aprendeu a desenvolver novas maneiras de aproveitar os espaços, pois nem sempre é possível viajar para outras localidades. Exemplo disso são os clubes em condomínios, shoppings centers e lojas em todos os lugares, os food trucks, os parques e as ciclovias. Transformar as maneiras como estas pessoas interagem com a cidade são os desafios das empresas atuais, pois como grande parte delas está em convívio nestes grandes centros as oportunidades são imensas, mas a concorrência também é.

Busca de Identidade de gênero

Um ponto que sempre gerou discussões a busca de identidade se tornou tendência, seja pelas mulheres que buscam posições semelhantes aos homens em cargos em empresas, homossexuais que buscam direitos iguais aos heterossexuais, ou homens mais preocupados com a aparência estes públicos procuram serviços que atendam suas necessidades que normalmente são descriminadas.

Consumo Sustentável

A escassez de água e energia nos últimos tempos mostrou algo obvio, mas que fingimos que não é: Estes recursos não são infinitos. As empresas começaram a economizar não só por causa disso, mas principalmente por causa do custo que estes recursos começaram a representar. Quem souber como poupar água, energia, papel, combustível, entre outros recursos terá vantagens competitivas que os consumidores também procuram quando usam seus produtos.

Estas são as tendências, agora você pode procurar criar as soluções para elas!

Por Claudio Fernando